A Terapia Racional Emotiva Comportamental (TREC): pressupostos e modelo ABC

A Terapia Racional Emotiva Comportamental (TREC) foi fundada por Albert Ellis na década de 1950. Por isso, foi considerado o segundo psicólogo mais influente do século XX, perdendo apenas para Freud.


Os pressupostos da Terapia Racional Emotiva Comportamental (TREC)



Confira abaixo alguns dos principais pressupostos que fundamentam a TREC, de Albert Ellis.


1 - Terapia racional emotiva comportamental


A forma como pensamos determina o que sentimos e como nos comportamos,


2 - Pensamentos


As pessoas geralmente possuem pensamentos contraproducentes e autossabotadores


"Os melhores anos de sua vida são aqueles em que você decide que seus problemas são seus. Você não culpa sua mãe, a ecologia ou o presidente por eles. Você percebe que controla seu próprio destino." Albert Ellis

3 - Demandas ou desejos?


Devemos ter menos demandas e mais desejos.

Entenda…

- Demandas = geralmente vem nas seguintes fórmulas “eu deveria…”, “eu tenho que…”, ele deve…”

- Desejos = aquilo que realmente queremos, tornam nossa vida mais saudável


4 - Aceitação


- Autoaceitação incondicional

- Aceitação do fato de que a realidade nem sempre é agradável

- Aceitação de que as outras pessoas são falhas e propensas a erros


5 - Disputa Racional


O terapeuta deve ajudar o paciente a “refutar” seus pensamentos disfuncionais. Alguns exemplos de como isso pode ser feito:


- De que te serve pensar desta forma?”

- Existem evidências que sustentem esta forma de pensar? A realidade comprova?”

- Existem argumentos lógicos dos quais se deduza que algo ocorra como pretendemos?”


Exemplo de técnica para aplicar


Através da técnica da imaginação racional emotiva, o terapeuta convida o paciente a imaginar a situação-gatilho de emoções disfuncionais, instigando-a a pensar novos pensamentos e respostas mais racionais/funcionais


Referências:

Petersen, C. S. (2011). Terapia Racional Emotiva Comportamental. In I. Andretta, & M. S. Oliveira (Orgs.). Manual prático de Terapia Cognitivo-Comportamental (pp. 65-76). São Paulo: Casa do Psicólogo.



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